segunda-feira, 29 de junho de 2009

Quanto menos expectativas menos desilusões...

Agora que finalmente tinha traçado um plano para mostrar a minha faceta mais positiva, não exteriorizar tanto as emoções negativas e deixar que as emoções boas saltassem cá para fora, vejo que continuo a mesma estúpida que cria expectativas demasiado altas para depois se desiludir. Mas porque será que eu continuo a fazer isto a mim mesma?

Ainda hoje li que devemos sonhar sempre mas nunca criar expectativas. Sonhar é bom, desenvolve a nossa imaginação, leva-nos a sítios onde nunca iremos e a fazer coisas que nunca faremos. Como delimitar os sonhos? Como separar o que deverá ficar apenas na nossa imaginação do que esperamos que venha a acontecer? De que forma nos podemos proteger? Como não deixar que os sonhos nos façam criar expectativas? Não faço ideia! A única coisa que sei é que quanto menos expectativas menos desilusões...

A criação de expectativas sobre coisas reais realça o nosso negativismo, torna-nos amargos, rancorosos e a maior parte das vezes a culpa é apenas nossa. Mas e quando não é? Será que as minhas expectativas não são assim tão altas e apenas não são correspondidas? Será que sou demasiado exigente? Será que o expectei hoje seria assim tão exagerado? Eu penso que não, a mim parecia-me uma coisa perfeitamente natural, mas pelos vistos era a única...

domingo, 28 de junho de 2009

Não me percebo

Efectivamente não consigo perceber as minhas reacções, umas vezes demasiado exageradas, efusivas e outras como que de uma morta. Se em situações sem importância muitas vezes expludo sem razão, tenho dificuldade em demonstrar o que realmente sinto noutras ocasiões.

Sou capaz de ficar uma fera por esperar demasiado tempo para ser atendida numa loja mas o Michael Jackson morreu e nem um pingo de emoção a noticia conseguiu colocar nas minhas expressões e observações. Não fiquei chocada, o que considero normal, tendo em conta que sou uma pessoa que encaro bem a morte, como coisa inevitável que é. Mas se calhar encaro-a demasiadamente bem, não quer dizer que não sinta, mas ficar impávida e serena ao saber que alguém que nos é próximo ou neste caso um ícone da nossa infância morreu talvez seja demasiada impassividade. E como eu já gostei do Michael...

Um qualquer condutor atira-se para cima do meu carro no meio do trânsito e eu grito, esperneio e chamo-lhe nomes mas o meu namorado foi escolhido para protagonista de uma curta metragem, eu devia ter ficado contente e fiquei mas porque raio não o consegui demonstrar?
Serei assim tão insensível? Porque não serão as minhas acções adequadas às minhas emoções? Porque será assim tão difícil demonstrar, em certas ocasiões, aquilo que sinto, levantar a mascára, deixar de passar a mensagem de pessoa desinteressada se na realidade não o sou?

Acabo por concluir que sou demasiado complicada para me conseguir perceber. E se eu não me percebo como é que os outros haverão de conseguir fazê-lo?

O mais importante penso que é conseguir aperceber-me destas coisas e tentar corrigi-las. Se bem que não sou uma pessoa muito efusiva nas coisas que realmente interessam sei que não sou insensível e talvez seja altura de começar a demonstrá-lo.

Na onda dos últimos dias ao meu namorado hoje cantava-lhe ao ouvido...
You are not alone
For I am here with you
Though you're far away
I am here to stay
For you are not alone
For I am here with you
Though we're far apart
You're always in my heart


Para o Michael aqui fica o meu pequeno tributo...



sábado, 20 de junho de 2009

Será?

(Dizem os entendidos em blogs que quando estamos muito tempo sem publicar quando o fazemos o texto deve ser muito bom, para convencer os leitores a voltarem. Não é o caso deste texto mas foi o que saiu. Não tenho escrito, acreditem que não por falta de vontade. Mas, acima de tudo, por falta de tempo e pelos vistos de jeito. Uma coisa não posso negar sou fiel ao meu estilo... não se esqueçam do vídeo...

Terão sido as palavras? Não, é do calor... abrasador
Foram as lágrimas? Não, foi vento... quente
Será por causa das dores? Não, é pelo barulho... da ventoinha

Seja porque for não durmo.
Não durmo, mas sinto... Sinto aquele aperto no peito... Aquele que há muito não sentia...
O gosto das lágrimas salgadas, que me é tão familiar. Acabo por gostar de ainda me lembrar como sabem... Afinal nem todas as memórias são esquecidas.

O que fazer? Nada.
Até porque não me apetece fazer nada. Não fazer nada!
Ficar nesta apatia para sempre. Nunca mais me mexer, ociosa, indolente, inerte, negligente, como que morta.
Mas viva... Viva porque sinto. Sinto a dor, sinto o calor, sinto as lágrimas a escorrerem-me na cara... salgadas... quentes.

É do calor!
Será?

sábado, 9 de maio de 2009

Estou com uma ligeira falta de tempo...

... se quiserem entreter-se enquanto esperam :)

Hoje decidi procurar o Marco no YouTube...


E atrás dele vieram o Dartacão...


A abelha Maia :O


E não podia faltar a minha formiga favorita claro hihi


Desenhos animados do tempo da outra senhora :P

Eu só queria mesmo a canção do Marco, mas gostei de recordar algumas destas canções...

domingo, 26 de abril de 2009

I believe...

Aparentemente é verdade, quando vemos uma estrela cadente e pedimos um desejo, ele realiza-se. Pelo menos o meu realizou-se... No dia 20 de Fevereiro de 2009 eu pedi um desejo. No dia 20 de Abril de 2009 ele realizou-se. Fui pedida em namoro novamente. Entretanto muitas peripécias e aventuras se passaram. Devo dizer que apesar de em vários momentos ter sofrido, e feito sofrer, adorei cada minuto desta semana. Já adivinham que o namorado é o António. Sim, e eu aceitei. Apesar de nem sempre ter tomado as atitudes certas, ao longo dos últimos dias, dei por mim a ponderar o ultimo ano e a achar que lhe devia esta segunda oportunidade. Porquê, não sei! Se calhar porque gosto mesmo dele. Só espero ter tomado a decisão certa e não me vir a arrepender. Neste momento sinto-me muito bem e até agora o António tem correspondido às expectativas. Só espero que continue a esforçar-se por ser um namorado melhor, como prometeu. Da mesma força que eu vou esforçar-me por ser menos possessiva. Afinal tudo é possível, basta acreditar.


Maybe Im a fool
To feel the way I do
But I will play the fool forever
Just to be with you forever

sábado, 25 de abril de 2009

'Cause if everything changes...

You brought the rain and shine into my life
I know you got to leave, but I'm not surprised
What's the use? Any way, I lose. And there's nothing I can do
Wanna know the truth? (Here, I do...)
I'm already missing you

And is this really worth saving?
If this can't work anymore?

And I can see you don't believe, so you'll pack up and leave
I can't change it...
This is just the way it is

What if our revised his words deep into my soul?
What if I see her smile, would it make me crave her more?
What if I heard his voice and it gave me no other choice than to pray?
From day to day I wonder

I'm not unsure, not quite certain though, where these problems came from
I'm not unsure, not quite certain though, why I'm feeling so drawn...

Just because it always was and it will always be this way
It works because all my love makes for a shining, shining day
Against the rain, you feel the change, I start to wonder if I'm ever going to see you again...
Then she tells me this is not the end.

Drawn to the smile on your face
But these are my dreams and this is your place

If that's what you want, it's not what I need, I'm high and dry and you're at sea
Don't leave (Im' listening)
You color ever breath I breathe

'Cause if everything changes...
Will this work anymore?

And I can see you don't believe as I'm ready to leave
We can't change this (No...)

Can we save this?

What if I told you the stars, he drew them only for you?
What if I can't dream, 'cause I'm dreaming of you?
What have I got to lose if I never, ever reach the end of you?
I guess we'll find out soon

I'm not unsure, not quite certain though, where these problems came from
I'm not unsure, not quite certain though, why I'm feeling so drawn to a life with you...

Just because it always was and it will always be this way
It works because all my love makes for a shining, shining day
Against the rain, you feel the change, I start to wonder if I'm ever going to see you again...
Then he tells me this is not the end...

Drawn - Drawn to Life ending theme



quinta-feira, 23 de abril de 2009

terça-feira, 14 de abril de 2009

A lua...

(este post foi escrito no sábado, mas por vários motivos só hoje foi possível colocá-lo aqui no blog)

Ontem à noite quando vinha para casa vi a Lua. Não uma Lua qualquer mas a Lua mais bonita que me lembro de ver nos últimos anos, senão a mais bonita que alguma vez vi na vida.
É inacreditável como os objectos celestes podem alterar o nosso humor, a mim uma Lua daquelas fez-me ficar maravilhada, hipnotizada, sonhadora, pensar em Lobisomens e Vampiros, ver o meu dia que acabava (e a minha vida de maneira diferente). Portanto podemos concluir que a Lua me afecta. Tal como o Outono e o Inverno que me deprimem. Pelo contrário a Lua, o Sol e o calor dão-me força e vitalidade. O Sol e o calor ainda compreendo, mas o facto de a Lua ter um efeito tão forte e imediato em mim intrigou-me, aliás continua a intrigar-me à medida que escrevo este post. Aquela lua tão cheia, tão cativante, tão romântica, tão radiante, tão apelativa, tão bonita. A sua tonalidade dourada, a sua superfície irregular. Foi um momento (aparentemente) insignificante, para mais tarde recordar :)


Quantas juras de amor, quantas promessas de eternidade terão sido feitas debaixo dessa mesma Lua que tanto me hipnotizou?

sexta-feira, 10 de abril de 2009

O que há em mim é sobretudo cansaço

O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.

A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente -;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.

Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...

E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço...

Álvaro de Campos

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Problema de expressão

Cansaço... físico e mental... os glúteos desfeitos comprovam uma grande e bela noite de exercício... o cérebro feito em papa, o dia de trabalho caótico e divertido... a entrevista que não é marcada... o ego que rebenta... a auto-estima em alta... as preocupações que nem sempre preocupam... apetece-me dançar... mas o corpo não acompanha... talvez cantar... e ter juízo... ser contida e comedida...politicamente correcta... para quê? Ser impulsiva tem muito mais piada... ariscar... chocar... rir... divertir...Escrever alguma coisa de jeito... não consigo... mas quem quiser pode continuar a ler, depois ver o vídeo e quem sabe comentar...afinal isto é um blog... as pessoas lêem e se quiserem comentar estão à vontade... a escritora agradece (muito) os comentários que são feitos pessoalmente mas este blog não está na fase oral (hihi) e sim escrita... mostrem lá os vossos dotes :P

Não consigo dormir, apesar de estar morta de cansaço, e sinto-me tão bem... um contracenso? Talvez... Mas há algum tempo que não me sentia assim... tão serena...

Inconstante, eu? Não, o que tenho é um problema de expressão...


Clã - Problema de Expressão

domingo, 5 de abril de 2009

[ShortStory] Eu e o Ryūjin... (parte II)

Para quem já não se lembra...

Não sei porquê, a Kami nunca gostou muito do Ryūjin. Quando lhe perguntava os motivos não me sabia responder, apenas retorquía que ele não lhe inspirava confiança. Que os seus olhos escondiam qualquer coisa mas que não conseguia explicar. A Kami era única pessoa que não se deixava levar pelas histórias dele. E eu… eu sempre pensei que fossem ciúmes.
Afinal a minha irmã mais nova começava a achar que o Ryūjin era mais importante para mim do que ela.
Mas como é que ela poderia pensar isso?
A nossa família sempre foi o pilar das nossas vidas e quando se desmoronou ela era a única com quem eu podia contar. Sempre.
Mas, também, não compreendia como ela podia não confiar no Ryūjin, a única pessoa que alguma vez me fez sorrir depois do ataque do Uesugi. Era ele que me dava forças para continuar e era por eles que às vezes pensava que devia por de parte os meus planos de vingança. Mas apenas por breves instantes, afinal destruíram as nossas vidas, as nossas terras, a nossa família.

E o Ryūjin também queria vingança. Queria descobrir se tinha sido o exército do Uesugi a raptar a sua irmã e o que lhe tinham feito.
Por isso desde o dia em que conheci o rapaz com os olhos mais bonitos de todo o reino que não temos deixado de fazer planos… planos sobre a vingança, planos sobre como vamos fazer o Uesugi sofrer.

A minha sede de vingança levava-me à manipulação, conseguia convencer tudo e todos com o meu discurso metódico de que faço isto pelas nossas Terras e não pela vingança, pelos seus filhos e não porque vou ter um gosto sórdido em ver arder o homem que mandou destruir a minha família e o meu templo.
Até a pessoa mais ponderada do clã me dava forças, Yamato concordou em treinar-me durante o tempo que fosse necessário, até que eu conseguisse bater-me com o Uesugi de igual para igual.
Todos sabíamos que seria uma luta injusta, todos já tinham ouvido as histórias de como era impossível matar o Uesugi, pois antes era preciso matar o seu dragão e segundo reza a lenda esse é imortal.

Com a ajuda de Yamato, Kami e Ryūjin fui liderando o clã, sem nunca descurar as seis horas de treino diário a que obrigava Yamato. Faça chuva, neve, sol, esteja doente ou sem forças nunca nestes anos falhámos um dia de treino.
A minha espada! Quem ma entregou foi Yamato, o nosso tutor. Foi ele que me ensinou a lutar. Foi ele que me ensinou a empunhar uma espada, foi ele que me ensinou a usar toda a minha energia em combate. Foi ele que me ensinou a amar a minha espada, a senti-la como se fosse uma parte de mim. E se eu o consigo, já nem o meu pai me vencia com a espada. Quando empunho a espada ganho uma nova vida, parece que me transformo. Eu e a espada, pertencemos uma à outra. E como eu gosto de lutar, como eu gosto de vencer.

Durante anos, eu e o Ryūjin fomos inseparáveis. Estávamos sempre juntos, ele ajudava-me em tudo o que era preciso. Trabalhava nas terras, ajudava-me nos discursos, nas compras, nas negociações com os outros senhores. Lutava comigo, limpava-me as feridas e acima de tudo amava-me. Dava-me um amor que eu nunca tinha tido. Não aquele amor fraternal que o meu pai e o Yamato sempre me deram. Mas o tipo de amor que uma princesa adulta precisa.

E durante anos o Uesugi deu-nos descanso, aparentemente as terras deixaram de lhe interessar desde que assassinou o meu pai. Poder-se-ia dizer que a minha vida era quase perfeita. Não fosse a sede de vingança que me atrofiava o coração, não fosse não termos notícias da irmã do Ryūjin, não fossem as saudades dos meus pais.

A minha irmã cresceu e acabou por se habituar à ideia de ter o Ryūjin por perto. Quando decidiu ir estudar para Kyoto não consegui dizer-lhe que não. Claro que tinha medo, tinha medo do que lhe pudesse acontecer, tinha medo que ela nunca mais voltasse, mas se era o que ela queria tinha de a apoiar nessa decisão.
Tratei de todos os preparativos, arranjei uma casa nobre onde lhe pudessem dar a melhor educação e mandei com ela a sua serva predilecta.

Nesta altura, comecei a sentir-me cada vez mais sozinha. O Ryūjin desaparecia durante dias, nunca dando uma explicação credível sobre onde tinha estado, apenas me conseguia dizer que tinha ido atrás de uma nova pista sobre a sua irmã. Tantas vezes pensei em dizer-lhe que, ao fim de tantos anos, o mais certo era a sua irmã estar morta. Mas nunca me atrevi. Ele era movido pela mesma raiva que eu, não quero imaginar qual seria a reacção dele se proferisse tais palavras.

Mas as suas ausências começaram a tornar-se cada vez mais frequentes, mais longas e mais estranhas. Quando voltava não era o mesmo Ryūjin que eu conhecia.

(continua...)

Um tu que não conheço...

Foste o meu tudo,
Foste o meu nada…
Quem eras?

Perdi o tempo
Em contratempos
E nada descobri!

Ficaste a minha incógnita,
Ignota doçura que perdi…

Num tempo que desconheço,
Talvez em outra encarnação,
Eu te descobrirei!

Sabendo-te, serás meu
Ou não!

O meu Karma prolongar-se-á no tempo?
Nas gerações vindouras tu serás tu e eu serei eu?

Ou seremos nada?
Quem sabe?

Num sonho dourado,
Acredito que sim!
Esperarei em outros mundos e outras vidas
Por um tu que eu não conheço!


Um tu que não conheço - Livro da Desilusão - http://www.escritartes.com

sábado, 4 de abril de 2009

Bom dia!!!!!

Lets get it started! Shall we? :D

Naruto Uzumaki: I get it I get it!
Kakashi: No, you don't get it, thats why I'm telling you. You think you get it, which isn't the same as actually getting it. Get it?

Sermão de mãe...

Sermão de mãe... é mau quando somos crianças, é péssimo quando somos adolescentes e sabe bem quando chegamos à idade adulta.

É bom sentir que há alguém, com mais experiência de vida, que nos conhece tão bem que não precisamos de falar para que adivinhe os nossos pensamentos. É bom ter outros pontos de vista sobre a mesma coisa, ver as coisas de outra perspectiva mas ao fim de algum tempo começa a cansar lol . E, pelos vistos, hoje portei-me mal tive direito "sermão" e tudo...

Do sermão desta noite vou retirar umas quantas frases (ai ai os clichés que sempre me assentam tão bem) que poderão resumir o teor da conversa... o ciúme só traz infelicidade... aproveita os pequenos momentos... vive cada dia como se fosse o teu ultimo (mas sem gastares o dinheiro todo porque nunca se sabe se amanhã ainda cá estás lol) ...bla bla bla...

Falar é fácil... Ser mãe deve ser bem mais complicado...


Hoje diria... Volta as vezes que quiseres...

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Eu estou...

... possuída pelo demónio, estou fodida, mais que chateada...

Já alguma vez vos aconteceu terem a vossa vida suspensa porque estão à espera de uma resposta? Não combinarem coisas com os vossos amigos porque estão à espera que outra pessoa diga qualquer coisa? E depois essa pessoa, sem demonstrar o mínimo respeito por vocês e pelos vossos sentimentos, à ultima da hora manda uma mensagem que não corresponde ao que falaram e nem sequer atende o telefone?

Isto são o tipo de coisas que me tiram do sério, talvez a qualquer pessoa, mas principalmente a mim.

Eu sou aquela gaja que durante a adolescência, se lhe diziam que o almoço ia ser bife com esparguete e depois era frango com batatas fritas, ficava mal disposta porque as coisas já não estavam a sair conforme o planeado. Eu, aquela das rotinas... Eu sou aquela gaja que gosta de combinar as coisas com dias de antecedência para ter tempo de ter tudo preparado e tudo correr conforme programado. Eu sou aquela gaja extremamente desarrumada que se passa sempre que alguém (acha que) lhe está a arrumar os papeis e fica maluca porque já não consegue encontrar nada. Eu sou aquela gaja que a raiva dá para chorar e os nervos para rir, chorar ou tremer. Eu sou aquela gaja que passa vergonhas por ser tão distraída e esquecida. Eu sou aquela gaja que de há uns tempos para cá se humilha estupidamente e depois fica com raiva de si própria. Eu sou aquela gaja que adora um estúpido que pelos vistos continua sem lhe dar o devido valor, se é que alguma vez irá dar. Eu sou aquela gaja que faz tudo pelos seus amigos e é (quase sempre) correspondida. Eu sou aquela gaja que já se espalhou mais vezes do que é possível imaginar (a maior parte por sua culpa) e não sabendo como, arranja sempre maneira de se levantar e seguir em frente. E continuo a ser aquela gaja que sabe que vale mais do que algumas pessoas pensam.

Até podia ficar aqui o resto da noite a (d)escrever as coisas parvas que me definem mas tenho mais que fazer. Pois, apesar de estar chateada, já me começa a passar e além disso não ia perder a minha noite aborrecida com uma coisa sem importância nenhuma e sem ouvir uma explicação... Vou jogar RE5 e descarregar a minha raiva lol

**SPOILER Alert** quem ainda não jogou o Resident Evil 5 poderá não querer ver este video

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Tantas coisas...

Tantas coisas se passaram desde o ultimo post, nem parece que foi apenas há uma semana. Aconteceu tanta coisa que parece bastante mais tempo... Não vou estar a contar todos os pormenores desta semana porque senão não iria sair daqui e até porque não me tem apetecido escrever. Já estou a considerar uma vitoria começar a escrever este post, resta-me saber como vai acabar pois não tinha qualquer ideia sobre o que escrever quando comecei a escrevê-lo, o que até parece estúpido tendo em conta tudo o que aconteceu nos últimos tempos poder-se-ia considerar que tenho muito material, mas há coisas que vou preferir guardar só para mim. Aconteceram coisas más mas também aconteceram algumas boas.
Acima de tudo sinto-me bem e isso é o mais importante. Aliás tenho-me sentido cada vez melhor ultimamente, acho até que já não me stresso como há uns meses atrás, tenho andado literalmente a chill'ar cada vez mais. No entanto, não estou completamente satisfeita queria ter mais tempo para mim, para fazer as coisas que eu quero e não tenho conseguido arranjar todo esse tempo. Não me parece que seja possível nos tempos mais próximos porque há sempre tanta coisa para fazer e férias nem vê-las, só lá para Julho (e ainda falta tanto...)

Eram 8 ontem (pois eu ainda não me esqueci)...

domingo, 22 de março de 2009

Typical Sunday

Pois... acordei tarde, fartei-me de comer como já vem sendo hábito e resolvi entrar num torneio de Poker. Em 6280 jogadores fiquei em 312, nada mau. Acho até que poderia ter ficado melhor classificada mas, ao fim de mais de três horas e meia, os níveis de concentração começam a descer.
Até estava uma tarde bonita, mas como de costume preferi ficar no meu cantinho a fazer as minhas coisas e não estou nada arrependida, acabei por me divertir aqui sozinha.
Neste momento preparo-me para dormir porque amanhã tenho de me levantar cedo, tenho a ultima consulta antes da cirurgia ao dente, que é na terça feira.
Tenho um quisto no dente, ou melhor na raiz do dente, e falando ainda melhor tenho um granuloma. Granuloma esse que precisa de ser extraído para que não me volte a inchar a cara como aconteceu há uns meses ou pior (por exemplo ficar cega). Supostamente a intervenção é uma coisa simples, mas como devem saber todos os procedimentos cirúrgicos acarretam riscos e podem ter complicações. E eu já tive problemas de sobra na boca, ao ponto de ter estado uma semana internada após ter uma, também banal, cirurgia ao dente do ciso. Por isto, e por ser como sou, não consigo evitar preocupar-me com a dita cirurgia. Quem me ouve falar sobre ela, explicando todos os pormenores do procedimento que vai ser usado, de como me vão cortar o osso e remover o granuloma, de animo leve provavelmente não imagina que esta reacção de coragem é no fundo uma capa que esconde o meu medo. O medo que tenho de que alguma coisa possa não correr bem. Mas mesmo assim, vou lá e vou levar o pensamento positivo de que vai tudo correr pelo melhor, afinal lá porque tive azar uma vez não quer dizer que tenha azar sempre. Entretanto vou arranjando outras coisas em que pensar, por exemplo agora preparo-me para dormir, vou esforçar-me por sonhar com quem me ligou e de quem tenho algumas saudades, assim pode ser que amanhã acorde mais bem disposta. Hoje (regressando ao "cantava-te ao ouvido") talvez lhe cantasse isto, num sussurro quase imperceptível quando estivéssemos deitados agarradinhos, a minha cabeça no seu peito...

sábado, 21 de março de 2009

A indecisão de Sábado à tarde...

Enquanto saboreio este café matinal na minha caneca favorita e que me sabe tão bem, principalmente quando não tenho compromissos e tenho todo o tempo do mundo para mim, sinto uma forte indecisão sobre o que fazer nesta tarde de sábado.
Está decidido que vou ficar por casa, resta-me decidir o que fazer até à hora do jogo. Está decidido que vou ficar a torcer pelo Benfica em casa, a comer que nem uma desalmada para me acalmar os nervos. Entretanto, não sei.
Talvez devesse trabalhar, mas além de não me apetecer, não me sinto em condições para tal. Ontem a noitada de poker acabou tarde, foi uma noite bastante agradável em que consegui perder menos dinheiro do que é costume e aguentar-me na mesa até ao fim do jogo. Claramente preciso de treinar mais. E agora?
Vou ler, jogar PS3, ver um filme ou uma série? Apetece-me fazer isso tudo, mas não o consigo fazer tudo ao mesmo tempo. Vou tentar definir prioridades.
O jogo da PS3 já o acabei e agora só quero acabá-lo novamente num grau de dificuldade mais elevado para desbloquear outros níveis. Uncharted: Drake's Fortune, já o tinha visto muitas vezes na loja mas achei que não valia a pena comprá-lo, até que mo ofereceram e tenho a dizer que adorei jogá-lo.
Tenho muito para ler, mas ultimamente parece que, ao contrário de me inspirar como seria de esperar principalmente quando leio escritores com cujo tipo de escrita me identifico, ler me rouba a inspiração para a minha própria escrita.
As séries acho que vou guardá-las para quando tiver pouco tempo, hoje tenho uma tarde inteira. Tenho dois filmes emprestados para ver, uma vez que as outras coisas são minhas e não fogem, acho que vou começar pelos filmes para que os possa devolver. Nova indecisão: The Prestige ou Ice Age 2? Não têm nada a ver... Acho que vou ver o Prestige primeiro, pois convém vê-lo até segunda feira. Enquanto que o Ricardo já está há meses à espera que lhe devolva os Ice Age, por isso pode esperar mais um pouco hehe
Entretanto, vou afinando a voz... hoje tenho de fazer mais barulho que o meu vizinho lol

Até em vídeo me arrepia :) O inferno da Luz... :)


Eu sou do Benfica e com muito orgulho. Benfica até morrer!

sexta-feira, 20 de março de 2009

Gosto...

de acordar sem precisar de despertador
de beber café na minha caneca favorita
de musica antiga
de sol e dias de calor
do cheiro da relva acabada de cortar
do barulho da chuva e do vento
do cheiro da terra molhada
do meu perfume
de comer cozido à portuguesa até achar que rebento
de computadores, consolas e afins
de ter tempo para não fazer nada
de ler e escrever
de chocolate
de rir
de chorar a ver filmes ou a ler

Acima de tudo gosto de me sentir... bem :)

quinta-feira, 19 de março de 2009