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quarta-feira, 11 de março de 2009

Tudo o que te dou...

Hoje quando vinha de carro para casa tive um momento de nostalgia, aquela boa que sabe bem, ao ouvir esta musica. Não podia deixar de o partilhar neste fim de dia em que morro de sono e dor de cabeça e mesmo assim tenho dificuldades em dormir, talvez devido ao excesso de cansaço (às vezes acontece-me isto).

Tenho andado um pouco afastada do neuropsicotica, e de tudo o que habitualmente faço na internet, principalmente por falta de tempo. Faltam-me as rotinas e tenho estado a aguentar-me razoavelmente bem. Prometo um regresso em pleno (e que espero em grande, também) se não antes até ao fim desta semana. Por agora vou e deixo-vos isto que conto que diga a alguém tanto como me diz a mim :)

Sentado na poltrona, beijas-me a pele morena
fazes aqueles truques que aprendeste no cinema
mais peço-te eu, já me sinto a viajar
para, recomeça, faz-me acreditar
"Não", dizes tu, e o teu olhar mentiu
enrolados pelo chão no abraço que se viu
é madrugada ou é alucinação
estrelas de mil cores, ecstasy ou paixão
hum, esse odor, traz tanta saudade
mata-me de amor ou da-me liberdade
deixa-me voar, cantar, adormecer

Tudo o que eu te dou
tu me das a mim
tudo o que eu sonhei
tu serás assim
tudo o que eu te dou
tu me das a mim
e tudo o que eu te dou

Pedro Abrunhosa - Tudo o que te dou


sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Atitude

Hoje quando cheguei a casa, cansada e com sono, pensei que apesar de curta esta semana está a ser dura.
Entretive-me um pouco pela net, li uns mails, jantei e fui ver televisão.
Acordei umas horas depois... no sofá... toda torcida...
Hoje no transito, quando vinha para casa, tive uma discussão com uma outra condutora. Resumindo a história que já é tarde, eu estava parada à espera que uma condutora que se apresentava pela direita passasse, para poder virar e seguir o meu caminho. Não é que a senhora embirrou que tinha de me ceder passagem, contrariando o código da estrada e da lógica, tendo em conta que eu já estava parada e para eu passar primeiro ela iria ter de parar também. Pois eu achei que não haveria de passar e a senhora parecia querer obrigar-me. A discussão (gestual) terminou com um "e o código da estrada não??? pó caralhinho!" e um arranque derrapante da minha parte, palavras que provavelmente a senhora nem ouviu, tendo em conta que chovia e levávamos os vidros fechados. Mas esta reacção fez-me lembrar um outro eu, aquele que não levava desaforos para casa, aquele que não tremia perante o confronto, aquele que lutava por tudo aquilo em que acreditava.
Cheguei à conclusão que o meu problema é de atitude. Não ter a atitude certa perante as coisas, não ter atitude certa para com certas pessoas.